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Fiquei muito feliz quando encontrei essa matéria publicada num dos cardernos da revista Nova Escola. A catira é uma dança tradicional que estava esquecida. Mais feliz ainda por ler que o projeto desenvolvido com crianças era na minha cidade natal, Aparecida do Taboado, e a iniciiativa de uma professora com quem estudei quando fazia o Magistério na Escola Estadual Georgina Oliveira Rocha. Ver o brilho e o reconhecimento do trabaho de uma pessoa que durante algum tempo compartilhou com você a mesma sala de aula é algo muito compensador, é uma alegria contagiante que não se explica.


Ao ler a matéria mergulhei nas minhas lembranças de infância na Fazenda São João Batista. Apesar de sempre morar na cidade, passava todos os finais de semana e as férias escolares na fazenda. Era incrível. Então estou eu aqui em Campo Grande, distante mais de quatrocentos quilometros do Taboado, mas as imagens do passado voltam feito flashes. Lembrei-me das festas de Santo Reis, das danças e cantigas e claro da Catira, personagem desta reportagem da Revista Nova Escola. Parabéns a Jucelma, professora que fez a diferença e mostrou verdadeiro papel da educação. Parabéns também a todos os envolvidos no projeto em resgatar essa cultura no seio infantil, para que ela possa renascer novamente.
Visite o Link abaixo e conheça um pouco sobre a Catira:
http://novaescola.abril.com.br/index.htm?ed/157_nov02/html/caderno_esp3
Escrito por Poeta Sonhador às 14h32
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Não me encontro
Não me vejo
Perco-me no (mundo) imperfeito
No caos (dos sentimentos) humano
Sinto-me fora de órbita,
Desconcertado!
Vago pelas incertezas profundas
Existentes em mim.
Decepcionado
Sinto-me um barco a vela
Que o vento insiste em não soprar
E a deriva
Espero em alto mar!
Espero a compreensão
Espero a harmonia
Espero a paz
Não me encontro
Não me vejo
Perco-me no mundo imperfeito!
Escrito por Poeta Sonhador às 13h47
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Não encontro palavras
Persisto no desejo de escrever
Porém elas teimam em não aparecer!
Fogem de mim
Insensíveis, escapam,
Correm por pensamentos alados.
E não sei mais o que dizer.
Definir a alegria seria impossível.
A tristeza e a angústia,
Estas se disseram indisponíveis.
Impossível!
Não consigo ordená-las!
Onde estão as palavras?
Por que insistem em não aparecer?
Quero falar de mim
Expor meus desejos
Minhas vontades, frustrações
Mas elas, as palavras
Ignoram-me
Não se sensibilizam,
Estão indiferentes!
Escrito por Poeta Sonhador às 13h34
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